23 de agosto de 2015

16 de agosto de 2015

2 de agosto de 2015

17 de julho de 2015

1 de julho de 2015

12 de junho de 2015

4 de junho de 2015

21 de maio de 2015

17 de maio de 2015

DESDOBRAMENTOS

Que a paz de Oxalá esteja com todos!


Desdobramento é o nome que se dá o fenômeno de exteriorização do corpo espiritual ou perispírito.

O perispírito ainda ligado ao corpo, distancia-se do mesmo, fazendo agora parte do mundo espiritual, ainda que esteja ligado ao corpo por fios fluídicos. Fenômenos estes, naturais que repousam sobre as propriedades do perispírito, sua capacidade de exteriorizar-se, irradiar-se, sobre suas propriedades depois da morte que se aplicam ao perispírito dos vivos (encarnados).
Os laços que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer, facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de seu corpo. E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer. O corpo por sua vez, fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção. Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do grau de desdobramento que aconteça.

Os desdobramentos podem ser:

a) conscientes : Este, caracteriza-se pela lembrança exata do ocorrido, quando ao retornar ao corpo o ser recorda-se dos fatos e atividades por ele desempenhadas no ato do desdobramento. O sujeito é capaz de ver o seu “Duplo”, bem próximo, ou seja, de ver a ele mesmo no momento exato em que se inicia o desdobramento. Facilmente nestes casos, sente-se levantando geralmente a cabeça primeiramente e o restante do corpo, depois. Alguns flutuam e vêem o corpo carnal abaixo deitado, outros vêem-se ao lado dos corpos, todavia esta recordação é bastante profunda e a consciência e altamente límpida neste instante. Existe uma ligação ainda profunda dos fluidos perispirituais entre o corpo e o perispírito, facilitando assim, as recordações pós-desdobramento.
b) inconscientes: Ao retornar o ser de nada recorda-se. Temos que nos lembrar que na maioria das vezes a atividade que desempenha o ser no momento desdobrado, fica como experiências para o próprio ser como espírito, sendo lembrado em alguns momentos para o despertar de algumas dificuldades e vêem como intuições, idéias.

Os fluidos perispirituais são neste caso bem mais tênues e a dificuldade de recordação imediata fica um pouco mais árdua, todavia as informações e as experiências ficam armazenadas na memória perispiritual, vindo a tona futuramente.
Em realidade a palavra inconsciente, é colocada por deficiência de linguagem, pois, inconsciência não existe, tendo em vista o despertar do espírito, levando consigo todas as experiências efetivadas pelo mesmo, então colocamos a palavra inconsciente aqui, é somente para atestarmos a temporária inconsciência do ser enquanto encarnado.

c) voluntários: Se a própria pessoa promove este distanciamento. Analisemos algo bastante singular, nem todos os desdobramentos voluntários há consciência, pois como dissemos acima poderão haver algumas lembranças do ocorrido, existem ainda muitas dificuldades, no momento em que o espírito através de seu perispírito aproxima-se novamente de seu corpo, pela densidade ainda dos órgãos cerebrais é possível haver bloqueio dessas experiências. É necessário salientar que o ser encarnado na terra, ainda se encontra distante de controlar todos os seus potenciais, e por isso também há este esquecimento. Haja vista, algumas pessoas até provocarem o desdobramento e no momento de consciência terem medo e retornarem ao corpo apressadamente, dificultando ainda mais a recordação.
Os desdobramentos podem também ocorrer nos momentos de reflexões, onde nos encontramos analisando profundamente nossos atos e cuja atividade nos propicia encontrar com seres que nos querem orientar para o bem, parte de nosso perispírito expande-se e vai captar as experiências e orientações devidas.
d) provocados: Através de processos hipnóticos e magnéticos, agentes desencarnados ou até mesmo encarnados podem propiciar o desdobramento do ser encarnado. Os bons Espíritos podem provocar o desdobramento ou auxiliá-los sempre com finalidades superiores. Mas espíritos obsessores também podem provocá-los para produzir efeitos malefícios. Afinizando-se com as deficiências morais dos desencarnados, propiciamos assim, uma maior facilidade para que os espíritos mal-feitores possam provocar o desligamento do corpo físico atraindo o ser encarnado para suas experiências fora do corpo. A lei que exerce esta dependência é a de afinidade.

e) emancipação Letárgica: Decorre da emancipação parcial do espírito, podendo ser causada por fatores físicos ou espirituais. Neste caso o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o movimento, a pessoa nada sente, pois os fluidos perispiríticos estão muito tênues em relação a ligação com o corpo. O ser não vê o mundo exterior com os olhos físicos, torna-se por alguns instantes incapaz da vida consciente. Apesar da vitalidade do corpo continuar executando-se.
Há flacidez geral dos membros. Se suspendermos um braço, ele ao ser solto cairá.

f) emancipação Cataléptica: Como acima, também resulta da emancipação parcial do espírito. Nela, existe a perda momentânea da sensibilidade, como na letargia, todavia existe uma rigidez dos membros. A inteligência pode se manifestar nestes casos. Difere da letárgica, por não envolver o corpo todo, podendo ser localizado numa parte do corpo, onde for menor o envolvimento dos fluidos perispirituais.

Texto extraído do "PORTAL DO ESPÍRITO"


DESDOBRAMENTO DURANTE O SONO


Durante o sono o Espírito desprende-se do corpo; devido aos laços fluídicos estarem mais tênues. A noite é um longo período em que está livre para agir noutro plano de existência. Porém, variam os graus de desprendimento e lucidez. Nem todos se afastam do seu corpo, mas permanecem no ambiente doméstico; temem fazê-lo, sentir-se-iam constrangidos num meio estranho (aparentemente).
Outros movimentam-se no plano espiritual, mas suas atividades e compressões dependem do nível de elevação. O princípio que rege a permanência fora do corpo é o da afinidade moral, expressa, conforme a explanação anterior, por meio da afinidade vibratória ou sintonia.
O espírito será atraído para regiões e companhias que estejam harmonizadas e sintonizadas com ele através das ações, pensamentos, instruções, desejos e intenções, ou seja, impulsos predominantes. Podendo assim, subir mais ou se degradar mais.

O lúbrico terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante. Amigos se encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.

Para esta maravilhosa doutrina, conforme tais considerações, o sonho é a recordação de uma parte da atividade que o espírito desempenhou durante a libertação permitida pelo sono. Segundo Carlos Toledo Rizzini, interpretação freudiana encara o sonho como apontando para o passado, revelando um aspecto da personalidade.

Para o Espiritismo, o sonho também satisfaz impulsos e é uma expressão do estilo de vida, com uma grande diferença: a de não se processar só no plano mental, mas ser uma experiência genuína do espírito que se passa num mundo real e com situações concretas. Como vimos, o espírito, livre temporariamente dos laços orgânicos, empreende atividades noturnas que poderão se caracterizar apenas por satisfação de baixos impulsos, como também, trabalhar e aprender muito. Nesta experiência fora do corpo, na oportunidade do desprendimento através do sono, o ser, poderá ver com clareza a finalidade de sua existência atual, lembrar-se do passado, entrevê o futuro, todavia a amplitude ou não dessas possibilidades é relativa ao grau de evolução do espírito.


PREPARAÇÃO PARA O SONO

Verificando o lado físico da questão, vamos ver a importância do sono, pelo fato de passarmos 1/3 de nosso dia dormindo, nesta atividade o corpo físico repousa e liberta toxinas. Para o lado espiritual, o espírito liga-se com os seus amigos e intercambia informações, e experiências.

Façamos um preparo para o nosso repouso diário:

Orgânico – refeições leves, higiene, respiração moderada, trabalho moderado, condução de nosso corpo quanto a postura sem extravagâncias.
Mental Espiritual - leituras edificantes, conversas salutares, meditação, oração, serenidade, perdão, bons pensamentos.

Todavia não nos esqueçamos que toda prece se fortifica com atos voltados ao bem, pois então, atividades altruístas possibilitam uma melhor afinidade com os bons espíritos.


Aluney Elferr Albuquerque Silva
Que Oxalá nos abençoe sempre

PRECE DE CARITAS



Deus, nosso Pai, que sois todo Poder e Bondade, dai a força àquele que passa pela provação, dai a luz àquele que procura a verdade; ponde no coração do homem a compaixão e a caridade!
Deus, Dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.
Pai, Dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, e ao órfão o pai!
Senhor, que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que vos não conhece, esperança para aquele que sofre.
Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda a parte, a paz, a esperança, a fé.
Deus! Um raio, uma faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão.
E um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, e queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia.
Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, afim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem.
Assim Seja.

16 de maio de 2015

HISTORIA

EM CONSTRUÇÃO

1 de maio de 2015

7 de abril de 2015

9 de março de 2015

6 de março de 2015

Aviso

Informamos que, neste sábado dia 07/03/2015 às 16:00hs, retomamos os nossos trabalhos, com a Gira de EXU.

27 de fevereiro de 2015

Aviso

Amanhã,  dia 28/02/2015, não haverá sessão

30 de janeiro de 2015

Agenda de Fevereiro


O MEDO e a gaivota

    Era uma dessas tardes quente do mês de janeiro. Voltávamos de Búzios de carro e, depois de um curto cochilo, abri os olhos e vi que estávamos parados num grande engarrafamento em cima da ponte Rio-Niterói.
    Até então, a viagem corria bem. Tediosa, mas suportável. Um chicletes e uma revista foram suficientes para que eu não sentisse os primeiros 180km. Mas, quando percebi que estava presa em cima de uma ponte, entre centenas de outros carros, apavorei-me.
    Olhando para todos os lados, o que se via era o céu, a imensidão do mar e uma profusão de carros. Não havia mais nada confortável e acolhedor nesse cenário...As chances de se escapar dali, em menos de umas 2 horas, eram remotas.

    O resgate era necessário. Pensei em apelar para algum amigo que tem helicóptero. Outras coisas do tipo passaram pela cabeça. E, por um instante, avaliei se seria possível pular, com minhas asas, num daqueles navios rebocadores que transitavam embaixo da ponte, como fazem os astros de cinema.

    Foi no meio dessa confusão mental, na qual escapar era uma necessidade, que uma gaivota gorda e branca apareceu - voando baixo, por cima do carro, como um avião que sobrevoa a pista  no momento do pouso - e escolheu ficar ali, paradinha no parapeito da ponte, olhando-e...bem ao lado da minha janela, transformando o meu medo numa delícia de tarde.

    Nelson Rodrigues disse em algum lugar de sua obra: "Deus está nas coincidências". Pois bem, naquele exato instante em que estava dominada pelo medo, a gaivota branca e gorda praticamente se atirou sobre o meu carro, fazendo-me "mudar de estação".

    Tirei calma e delicadamente da bolsa um pacotinho de biscoito cream cracker e estendi meu braço para fora da janela (para o alto e para cima), exibindo-lhe o biscoito.

    Faminta, ela voou em direção ao snac e comeu, pelo menos, uns seis pedacinhos. Até que mais duas outras chegaram para o banquete. E depois, mais três e, por fim, um monte delas.

    Foi nessa hora que chegou também um menininho de uns 4 anos, trazendo um pedaço de pão. E o pai dele, a vó, a tia, meus filhos e, ao todo, éramos uns sete reunidos à beira da ponte, que balançava à mercê do vento, todos alimentando as gaivotas e conversando alegremente.

    Assim, o que era medo virou contentamento, e o que era ansiedade virou paz. E o medo se desmanchou entre o sol, o azul do céu e alguns "lilases" (pois é, teve até um modesto arco-íris, lá no fundo do mar, encomendado só para mim).

    Sim, o medo não é fácil de gerenciar, eu sei. Mas a confiança em Deus ou numa FORÇA MAIOR que faz com que TUDO se encaixe é uma força poderosa para nfrentá-lo.
    Muitas vezes, mudar o foco, controlar nossa mente criativa e aprender a reconhecer os "sinais" externos - como a minha gaivota branca e gorda - nos mostrará que a vida é segura e que existe um futuro belo e provável reservado só para nós, no qual helicópteros e navios rebocadores são completamente desnecessários.

(POR Maria Inês Vasconcelos, advogada, professora e escritora)


16 de janeiro de 2015

9 de janeiro de 2015

19 de dezembro de 2014

19 de novembro de 2014

14 de novembro de 2014

31 de outubro de 2014

Agenda de Novembro


Reinado




Louvação à Nossa Senhora do Rosário de Pompéia
12 de outubro de 2014.