Ontem é História.
O Amanhã é um Mistério.
O Hoje é uma Dádiva.
Por isso é chamado de Presente!!!!!!!!

27 de fevereiro de 2015

Aviso

Amanhã,  dia 28/02/2015, não haverá sessão

19 de fevereiro de 2015

Aviso

Informamos a todos que no próximo sábado dia 21/02/2015, não haverá sessão

30 de janeiro de 2015

Agenda de Fevereiro


O MEDO e a gaivota

    Era uma dessas tardes quents do mês de janeiro. Voltávamos de Búzios de carro e, depois de um curto cochilo, abri os olhos e vi que estávamos parados num grande engarrafamento em cima da ponte Rio-Niterói.
    Até então, a viagem corria bem. Tediosa, mas suportável. Um chicletes e uma revista foram suficientes para que eu não sentisse os primeiros 180km. Mas, quando percebi que estava presa em cima de uma ponte, entre centenas de outros carros, apavorei-me.
    Olhando para todos os lados, o que se via era o céu, a imensidão do mar e uma profusão de carros. Não havia mais nada confortável e acolhedor nesse cenário...As chances de se escapar dali, em menos de umas 2 horas, eram remotas.
    O resgate era necessário. Pensei em apelar para algum amigo que tem helicóptero. Outras coisas do tipo passaram pela cabeça. E, por um instante, avaliei se seria possível pular, com minhas asas, num daqueles navios rebocadores que transitavam embaixo da ponte, como fazem os astros de cinema.
    Foi no meio dessa confusão mental, na qual escapar era uma necessidade, que uma gaivota gorda e branca apareceu - voando baixo, por cima do carro, como um avião que sobrevoa a pista  no momento do pouso - e escolheu ficar ali, paradinha no parapeito da ponte, olhando-e...bem ao lado da minha janela, transformando o meu medo numa delícia de tarde.
    Nelson Rodrigues disse em algum lugar de sua obra: "Deus está nas coincidências". Pois bem, naquele exato instante em que estava dominada pelo medo, a gaivota branca e gorda praticamente se atirou sobre o meu carro, fazendo-me "mudar de estação".
    Tirei calma e delicadamente da bolsa um pacotinho de biscoito cream cracker e estendi meu braço para fora da janela (para o alto e para cima), exibindo-lhe o biscoito.
    Faminta, ela voou em direção ao snac e comeu, pelo menos, uns seis pedacinhos. Até que mais duas outras chegaram para o banquete. E depois, mais três e, por fim, um monte delas.
    Foi nessa hora que chegou também um menininho de uns 4 anos, trazendo um pedaço de pão. E o pai dele, a vó, a tia, meus filhos e, ao todo, éramos uns sete reunidos à beira da ponte, que balançava à mercê do vento, todos alimentando as gaivotas e conversando alegremente.
    Assim, o que era medo virou contentamento, e o que era ansiedade virou paz. E o medo se desmanchou entre o sol, o azul do céu e alguns "lilases" (pois é, teve até um modesto arco-íris, lá no fundo do mar, encomendado só para mim).
    Sim, o medo não é fácil de gerenciar, eu sei. Mas a confiança em Deus ou numa FORÇA MAIOR que faz com que TUDO se encaixe é uma força poderosa para nfrentá-lo.
    Muitas vezes, mudar o foco, controlar nossa mente criativa e aprender a reconhecer os "sinais" externos - como a minha gaivota branca e gorda - nos mostrará que a vida é segura e que existe um futuro belo e provável reservado só para nós, no qual helicópteros e navios rebocadores são completamente desnecessários.

(POR Maria Inês Vasconcelos, advogada, professora e escritora)

16 de janeiro de 2015

9 de janeiro de 2015

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Louvação à Nossa Senhora do Rosário de Pompéia
12 de outubro de 2014.