29 de abril de 2019
AGENDA DE MAIO
04/05 - Sábado - 15h - Gira de Exu
11/05 - Sábado - 15h - Gira de Caboclo
18/05 - Sábado - 15h - Festa em louvação aos Pretos Velhos
25/05 - Sábado - 15h - Gira de Marinheiro
Sejam todos muito bem-vindos!
16 de abril de 2019
Programação Semana Santa - Santuário Arquidiocesano São Judas Tadeu
O Santuário Arquidiocesano São Judas Tadeu preparou uma programação especial para esta Semana Santa. Confira a programação completa aqui:
http://santuariosaojudastadeu.arquidiocesebh.org.br/noticias/venha-reviver-os-sagrados-misterios-da-redencao-na-semana-santa-do-santuario-sao-judas-tadeu/?fbclid=IwAR2ocvdBunoOnWW9k2EHWnToOeXr1hdmFAZIpr-E9d0SWkL-vgzOXsxQ6d0 . Participe!
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2 de abril de 2019
AGENDA DE ABRIL - 2019
06/04 - Sábado - 15h - Gira de Exu
13/04 - Sábado - 15h - Gira de Preto Velho
20/04 - Sábado - 15h - Gira de Exu (Fim da Quaresma)
27/04 - Sábado - 15h - Gira de Menino de Angola
26 de fevereiro de 2019
AGENDA DE MARÇO 2019
02/03 - Não haverá sessão
09/03 - 15h - Gira de Preto Velho
16/03 - 15h -Gira de Caboclo
21/03 - Seminário Mpambu Njila e Exu Divindade e entidade da Umbanda
23/03 - 15h -Toque e Festa em Homenagem ao Povo da Rua (Exus e Pomba Gira)
30/03 - 15h - Gira de Boiadeiro
09/03 - 15h - Gira de Preto Velho
16/03 - 15h -Gira de Caboclo
21/03 - Seminário Mpambu Njila e Exu Divindade e entidade da Umbanda
23/03 - 15h -Toque e Festa em Homenagem ao Povo da Rua (Exus e Pomba Gira)
30/03 - 15h - Gira de Boiadeiro
25 de fevereiro de 2019
AGENDA DO MÊS DE FEVEREIRO - CESS / 2019
02/02 - Sábado - 15h - Gira de Exu
09/02 - Sábado - 15h - Gira de Preto Velho
16/02 - Sábado - 15h - Gira de Menino de Angola
23/02 - Sábado - 15h - Toque de Candomblé (Kizomba Ria Nkongo Mbila)
6 de fevereiro de 2019
Demonização de divindades

O objeto-inkisi é tido como um recipiente da força do nkisi. Frequentemente, seu corpo (nitu) é uma cabaça, uma bolsa, uma caixa de casca de árvore, um pote ou uma concha de caramujo (kikise), mas pode muito bem ser também uma estatueta de madeira à quais medicamentos foram adicionados, (ou seja os ingredientes de divinação determinados pelo sacerdote a serem adicionados).
No Kongo. O inkisi (pl. minkisi) é tido como uma força personalizada da terra invisível dos mortos; essa força escolhe, ou induzem a submeter a si mesma a algum grau de controle humano, efetuado através de performances rituais. O ritual pode ser elaborado, podendo levar de alguns minutos a anos para ser completado e requer a participação desde uma pessoa até mesma das aldeias inteiras. Os usos dos minkisi são de diferentes tipos, alguns servem para curar (buka), outros para divinação (fiela), outros para julgamento e punição (zengwa), outros para alcançar prosperidade e outros para proteção contra feiticeiros e etc.
NKISI E MUKIXI
Cerca de 370 minkisi (Bakongo) da coleção de LAMAN são usados para descobrir e corrigir as causas de infortúnios de todo tipo.
A denominação nkisi significa: fetiche, encanto, magia e objeto de poder.
A denominação nkisi significa: fetiche, encanto, magia e objeto de poder.
Com a vinda dos negros bantu para o Brasil Mukixi (Angola) ou Nkisi (Kongo) estado adquirido por feitiço ou magia, denominam também, as divindades que regem as forças elementares da natureza, sendo nkisi denominação kongo, a que mais predominou.
Nkisi e Mukixi são representados por ritari (pedra), zimbo (búzio), e fragmentos de metais conforme invocação, ficando comunente instalados no umbakisi (santuário) da casa. Em determinados dias limpa-se o umbakisi, troca-se às águas das quartinhas e renovam as makúria (comidas) dos pratos, e cada divindade tem a sua própria kúria (comida) especial, e a esse trabalho da-se o nome de sukula Nkisi, o que quer dizer; lavar e dar água a divindade.
Nkisi e Mukixi são representados por ritari (pedra), zimbo (búzio), e fragmentos de metais conforme invocação, ficando comunente instalados no umbakisi (santuário) da casa. Em determinados dias limpa-se o umbakisi, troca-se às águas das quartinhas e renovam as makúria (comidas) dos pratos, e cada divindade tem a sua própria kúria (comida) especial, e a esse trabalho da-se o nome de sukula Nkisi, o que quer dizer; lavar e dar água a divindade.
(COMPILADO DA COBANTU)
3 de fevereiro de 2019
Classes de Nkisi
Existe um grupo de Minkisi que são classificados como Controladores da naturezaExiste um grupo de Minkisi que são classificados como Remédios
Existe um grupo de Minkisi que são classificados como *Espiritos nkita introduzido em um
objeto (ex: uma estatueta, uma garrafa, um boneco)
Existe um grupo de Minkisi que são classificados como SimbiExiste um grupo de Minkisi que são classificados como Fetiche
Nkita e Simbi, são espiritos que vivem na natureza intocada, são potentes, eles compõem uma medicina, ou até mesmo compõe um nkisi, usando do seu poder para ativar sua força
Para um Nkita compor um Nkisi, ele pode ser colocado em uma cesta, cabaça, sacos, pêndulos,
conchas, garrafas e etc...
Nkenge, espiritos guardiões de primeira classe, são os mais poderosos, esse fica do lado de
fora da aldeia
Nkebi, guardiões de segunda classe, são responsáveis por aqueles que adentram a aldeia
sejam espiritos ou pessoas, eles que cuidam do culto e tudo que acontece naquele espaço
Nvumbi, espírito que desencarna, e volta para sua matriz que é o mundo espiritual o
Kupemba, são espiritos comuns de uma aldeia
Nkuyu, são os fantasmas, são espiritos de pessoas desencarnadas que assombram uma aldeia,
são considerados espiritos que trazem muita negatividade e o caos
Nkulu, espirito ancestral de uma aldeia ou individuo, são feitas estatuas de forma humana
parecida com o falecido, e assim instalados na entrada da aldeia, encima do seu tumulo, *assim
representando ele, e ali é oferecido suas ofertas*
Mundele, são os espiritos brancos que vivem no fundo dos rios, considerados poderosos, eles não gostam que invadam seu Habitat, são espiritos potentes usados para cura
Nzumbi, são os espiritos que se fazem presentes na aldeia, sempre estão em comunicação com sacerdote supremo, são considerados o morto-vivo, por sempre orientar o dia a dia da aldeia
Kiumba, são espiritos esquecidos por uma família ou individuo ele acaba tomando posse de uma pessoa, ou atormentando ela até que ele seja agregado ao culto familiar da aldeia.
Fetiche, remédios mágicos, estatuetas, sacos, garrafas, conchas, cestarias, cabaça
Ídolos, são monumentos esculpidos em madeira ou pedra, colocados em um local para adoração, como se fosse um mastro. Ele não é ativo, está ali simplesmente para ser adorado
Amuleto Nkisi, pêndulos, indofones, colares e etc...
Gênios, assim são chamados os Minkisi responsáveis por cuidar, zelar e conservar a família, costumam sempre dar o nome do próprio a um indivíduo da família
Texto de Glauber Williams, Leonardo Luis e editado por Diogo Dourado
1 de agosto de 2018
9 de julho de 2018
Agenda do mês de julho
CENTRO ESPÍRITA SÃO SEBASTIÃO
AGENDA DO MÊS DE JULHO / 2018
AGENDA DO MÊS DE JULHO / 2018
07/07 - Sábado, 15h, Gira de Exu
14/07 - Sábado, 15h, Gira de Preto Velho
21/07 - Sábado, 15h, Gira de Caboclo de Oxóssi
28/07 - Sábado, 15h, Festa de Nkosi (Ogum)
14/07 - Sábado, 15h, Gira de Preto Velho
21/07 - Sábado, 15h, Gira de Caboclo de Oxóssi
28/07 - Sábado, 15h, Festa de Nkosi (Ogum)
30 de maio de 2018
8 de maio de 2018
2 de maio de 2018
16 de março de 2018
Festa de Exu e Pomba Gira
Banda Gira, Exu! O Centro Espírita São Sebastião tem o prazer de convidá-los (as) para a tradicional festa de Exu, que acontecerá amanhã
no dia 17/03/2018, às 15:00h. Estaremos comemorando em louvor ao Povo da Rua (Exu E Pomba Gira) e a todas as graças alcançadas por nossos mentores. Laroiê Exu!
no dia 17/03/2018, às 15:00h. Estaremos comemorando em louvor ao Povo da Rua (Exu E Pomba Gira) e a todas as graças alcançadas por nossos mentores. Laroiê Exu!
21 de fevereiro de 2018
28 de janeiro de 2018
CENTRO ESPÍRITA SÃO SEBASTIÃO
AGENDA DO MÊS DE FEVEREIRO / 2018
AGENDA DO MÊS DE FEVEREIRO / 2018
03/02 - Sábado, 15h, descimento da bandeira de São Sebastião e, posteriormente, Gira de Exu.
07/02 - Quarta, 19h30min, Toque de Candomblé - Festa pra Gongobila (Oxóssi)
17/02 - Sábado, 15h, Gira De Preto Velho
24/02 - Sábado, 15h, Gira De Caboclo De Ogum
07/02 - Quarta, 19h30min, Toque de Candomblé - Festa pra Gongobila (Oxóssi)
17/02 - Sábado, 15h, Gira De Preto Velho
24/02 - Sábado, 15h, Gira De Caboclo De Ogum
21 de janeiro de 2018
Saída de Santo
No próximo sábado, dia 27, a partir das 15h haverá a saída de duas muzenzas (filhas de santo). Vamos ter a primeira festa do ano. Uma festa de iniciação daqueles que querem comungar na religião que é uma das religiões pertencentes à formação cultural dos negros, e que faz parte de nossas origens africanas. Desde já, todas as pessoas estão convidadas.
16 de janeiro de 2018
Textos em jornais de notícias/revistas
Segue-se abaixo dois textos de Pai Guaraci M. Santos (Sacerdote do Cess) publicados em jornais de notícias/revistas e seus respectivos links:
1.
SANTOS, Guaraci M.. Uma Umbanda de todos nós: religião brasileira. Dom total, BELO HORIZONTE, 03 nov. 2017.
http://domtotal.com/noticia/1203711/2017/11/uma-umbanda-de-todos-nos-religiao-brasileira/
2.
SANTOS, Guaraci M.. O sincretismo religioso como resistência, em contextos de perseguição. Dom total, Belo Horizonte, 29 out. 2017.
http://domtotal.com/noticia/1193678/2017/09/o-sincretismo-religioso-como-resistencia-em-contextos-de-perseguicao/
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
Na sequência temos os trabalhos publicado em anais de Congressos por Guaraci M. Santos (Sacerdote do Cess) e o link para acessar o arquivo:
1.
KAITEL, A. F. S. ; SANTOS, Guaraci M. . Reterritorialização: Desafios
e estratégias adaptativas em comunidades de terreiro de Belo Horizonte. In: VI
congresso da Anptecre, 2017, Goiânia. Religião migração e mobilidade humana.
Goiânia: Puc - Goiás, 2017. v. V. p. 39-45.
2.
SANTOS,
Guaraci M.. As Manifestações Religiosas de Matriz Africana e
a eleição da vida responsável como saída frente á intolerância religiosa. In:
Religiões para a paz ou para a guerra? Diálogos transdisciplinares, 2015, Belo
Horizonte. As manifestações religiosas de Matriz Africana e a eleição da vida
responsável como saída frente á intolerância religiosa. Belo Horizonte:
PUC-Minas, 2015. p. 511-518.
3.
SANTOS, Guaraci M.. Religiosidades de Matriz
Africana Tradição Bantu: a composição de uma tríade possível. In: 2º Simpósio
Nordeste da ABHR - Gênero e religião:Diversidades e (in) tolerância nas mídias,
2015, Recife. 2º Simpósio Nordeste ABHR: GÊNERO E RELIGIÃO: Diversidade e (In)
nas Mídiaa, 2015. p. 168-176.
http://www.abhr.org.br/plura/ojs/index.php/anais/article/viewFile/1236/1058
4.
SANTOS, Guaraci M.. A Tríade Bantu, Umbanda,
Reinado e Candomblé e a saúde psicossocial: sob o olhar das ciências ca
religião. In: I Congresso Lusófano de Ciências das Religões, 2015, Lisboa.
Anais do I Congresso Lusófono de Ciência das Religiões - Religiões e
Espiritualidades ? Culturas e Identidades. Lisboa, 2015.
5.
SANTOS, Guaraci M.. O POVO DE SANTO NA MÍDIA:
modernidade x tradição. In: VII Congresso Internacional em Ciências da
Religião: A Religião entre o espetáculo e a intimidade., 2014, Goiania. GT1 -
ESPETACULARIZAÇÃO E INTIMIDADES DAS RELIGIÕES AFRO BRASILEIRAS, 2014. p. 28-35.
14 de janeiro de 2018
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