29 de janeiro de 2014

Agenda Fevereiro


28 de janeiro de 2014

02 de Fevereiro - Dia de Iemanjá



Oração a Iemanjá




Vós que governais as águas, derramai por sobre a humanidade a vossa proteção, fazendo assim, ó Divina Mãe, uma descarga em seus corpos materiais limpando suas auras e incutindo em seus corações o respeito e a veneração devida a essa força da natureza que simbolizais.

Fluidificai nosso espírito e descarregai nossa matéria de todas as impurezas que hajam adquirido.

Permiti, que vossas falanges nos protejam e amparem, assim o fazendo com toda a Humanidade, nossa irmã.



Salve Iemanjá! Rainha dos Mares!
 

8 de janeiro de 2014


20 de Janeiro - Dia de São Sebastião / Oxóssi

 
 

       São Sebastião nasceu em Milão, na Itália, de acordo com Santo Ambrósio, por volta do século III, embora haja versões de que tenha nascido em Narbonne, na França. Pertencente a uma família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano.

      Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.

      Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.

      Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.

      Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.

      São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do município do Rio de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses calvinistas.

      Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo, celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra. 

 

Na Umbanda, São Sebastião corresponde a Oxóssi

             Oxóssi é o orixá masculino iorubá responsável pela fundamental atividade da caça. Por isso na África é também cultuado como Ode, que significa caçador.
             No Brasil, o orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos, recebendo o título de Rei das Matas. Seus símbolos são ligados à caça: no candomblé, tem um ou dois chifres de búfalo dependurados na cintura. Na mão, usa o eruquerê (eiru), que são pelos de rabo de boi presos numa bainha de couro enfeitada com búzios.
        O filho de Oxóssi apresenta arquetipicamente as características atribuídas ao orixá. Representa o homem impondo sua marca sobre o mundo selvagem, nele intervindo para sobreviver, mas sem o alterar.      
Oxóssi desconhece a agricultura, não muda o solo para plantar, apenas recolhendo o que pode ser imediatamente consumido: a caça.
        No tipo psicológico a ele identificado, o resultado dessa atividade é o conceito de forte independência e de extrema capacidade de ruptura, o afastar-se de casa e da aldeia para se embrenhar na mata a fim de caçar.
        Geralmente Oxóssi é associado às pessoas joviais, rápidas e espertas, tanto mental como fisicamente. Tem portanto, grande capacidade de concentração e de atenção, aliada à firme determinação de alcançar seus objetivos e a paciência para aguardar o momento correto para agir. Buscam preferencialmente trabalhos e funções que possam ser desempenhados de maneira independente, sem ajuda nem participação de muita gente, não gostando do trabalho em equipe. Ao mesmo tempo, é marcado por um forte sentido de dever e de uma grande noção de responsabilidade. Afinal, é  sobre  ele  que recai o peso do sus
tento da tribo.

Fonte:
Os Orixás, Editora Três

5 de janeiro de 2014

Agenda Janeiro


28 de novembro de 2013

Agenda Dezembro


6 de novembro de 2013

30 de outubro de 2013

Avisos

Excepcionalmente neste sábado, dia 02 de novembro não haverá sessão.

OMULÚ



OMULÚ - 02 de novembro


 

Orixá cercado de mistérios, Omolú é um deus de origem incerta, pois em muitas regiões da África eram cultuados deuses com características e domínios muito próximos aos seus.
Orixá da terra, através dele os corpos mortos faz a translação da morte para o orum.
A relação de Omolú com a morte dá-se pelo fato de ele ser a terra, que proporciona os mecanismos indispensáveis para a manutenção da vida.
O homem nasce, se desenvolve, torna-se forte para o mundo, mas continua frágil diante de Omolú, que pode devorá-lo a qualquer momento, pois Omolú é a terra, que vai consumir o corpo do homem por ocasião da sua morte.
Omolú, o Rei da Terra, é filho de Nanã, mas foi criado por Iemanjá que o acolheu quando a mãe rejeitou-o por ser manco, feio e coberto de feridas.
É às vezes chamado "o velho", com todo o prestígio e poder que a idade representa no candomblé.
Está ligado ao Sol, propicia colheitas e ambivalentemente detém a doença e a cura.
Com seu sassará, cetro ritual de palha da Costa, ele expulsa a peste e o mal. Mas a doença pode ser também a marca dos eleitos, pelos quais Omolú quer ser servido. Quem teve varíola é frequentemente consagrado a Omolú.
Omulú é um Orixá solitário. Seu poder está extraordinariamente ligado a morte. 
Relaciona-se também com os espíritos contidos na terra. O colar que o simboliza é o ladgiba, cujas contas são feitas da semente existente nas palmeiras pretas.
Ele lidera e detém o poder dos espíritos e dos ancestrais, os quais o seguem.  
Divide com Iansã a regência dos cemitérios, pois ele é o Orixá que vem como emissário de Oxalá, princípio ativo da morte, para buscar o espírito desencarnado.
É Omulú que vai mostrar o caminho, servir de guia para aquela alma.
Senhor da Terra e das camadas de seu interior, para onde vamos todos nós. Daí a ligação que tem com os mortos, pois ele é quem vai cuidar do corpo sem vida, e guiar o espírito que deixou aquele corpo.
A participação de Omulú nos rituais africanistas é imprescindível, é Ele o regente da feitiçaria e da magia.
Orixá responsável pelo processo de transformação de energias. A morte dá continuidade a existência espiritual.
Porém, ao sentir que não há mais necessidade que o espírito continue a caminhar, Omulú assume seu papel, de através do corpo, devolver à terra a continuidade da evolução, entrega o espírito ao orúm.
O xaxará de Omulú, como se fosse uma vassoura, varre a morte, Não deve ser temido, porém respeitado.

2 de outubro de 2013

27 de setembro de 2013

Agenda Outubro


12 de setembro de 2013

São Cosme e São Damião


Que a paz de Oxalá esteja com todos

Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká. A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que co-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.
Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passadas de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa, também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminha junto, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, tem dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais pode ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. Eles se consideram os donos da verdade.
Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido.
São Cosme e São Damião também são considerados protetores dos gêmeos e das crianças. Por isso, as pessoas criaram o costume de distribuir os doces para homenagear os santos ou cumprir promessas feitas a eles.

AXÉ!