12 de setembro de 2014

COSME E DAMIÃO, ROGAI POR NÓS



Em algumas regiões do Brasil, é comum que pessoas saiam às ruas para distribuir doces e brinquedos para crianças no dia 27 de setembro. É quando se comemora o dia de São Cosme e Damião. Eles são conhecidos como os protetores dos farmacêuticos, dos médicos, dos gêmeos e também das crianças.
Há muito tempo, havia uma senhora sem filhos. Vivia cercada de riqueza, mas sentia falta da alegria das crianças. Durante um ano, nos dias pares, ela subiu a uma montanha e fez orações pedindo a Deus a graça de ter filhos. Seu desejo foi realizado e, no dia 27 de setembro, nasceram dois meninos gêmeos idênticos, a quem ela chamou de Cosme e Damião.
Aos 7 anos, Cosme e Damião já exerciam a medicina e faziam muitas curas. Não cobravam para atender os doentes e ofereciam doces para diminuir a tristeza deles. Certo dia, o filho do imperador ficou doente e foi desenganado pelos médicos do reino. Sabendo que o menino ia morrer, o rei mandou que seus soldados fossem buscar Cosme e Damião. Os soldados acharam os dois médicos vestidos com uma roupa muito linda, azul e cor de rosa, com algumas folhas de palmeira na mão. Imediatamente levaram os gêmeos até o imperador. Cosme e Damião conseguiram o que parecia impossível, devolveram a saúde ao menino.
Depois da cura, o imperador ordenou aos jovens que usassem seus dons apenas para ele que o adorassem como um deus. Cosme e Damião responderam que só reconheciam Jesus Cristo como Deus e que seus conhecimentos eram para ajudar o povo.
O rei não gostou da resposta e mandou torturar os médicos, para que negassem sua fé. Como isso não aconteceu, ordenou que os dois fossem decapitados. A mãe dos gêmeos ergueu um altar em casa em homenagem aos seus filhos, enfeitando com flores e doces. As pessoas doentes que iam visitar o altar ficavam boas e, assim, Cosme e Damião se tornaram santos.
Essa história foi contada por Dona Zezinha, uma mãe de santo (sacerdotisa) do candomblé. – Fonte: Folha de São Paulo – 27/09/2013

8 de setembro de 2014

Mensagem


2 de setembro de 2014

20 de agosto de 2014

Falando um pouco sobre Exu




...por vezes incompreendido, outras temido, tantas amado, mas sempre honesto, alegre, feliz, direto no que tem a nos dizer, e incansável combatente da maldade que o próprio homem alimenta no mundo.
Entendemos que as entidades que atuam como exus são como guardiões de nossos caminhos (nossas encruzilhadas cármicas). A vibração dessa linha atua numa faixa de retificação evolutiva, fazendo com que muitas vezes sua atuação seja confundida com o mal, o que não é de forma alguma verdadeiro. Se um Exu atua numa faixa de correção, muitas vezes no escopo de seu trabalho, alguém vai sofrer alguma mazela por puro efeito de justo retorno.
Os espíritos que atuam irradiando seus médiuns durante os ritos públicos nos diversos templos de Umbanda que manejam e atuam na vibração de Exu são calejados nas lidas e psicologia da vida, e desprovidos de sentimentalismos na aplicação da lei cármica.
Há de se ter bem claro que Exu não faz mal a ninguém, ao menos os verdadeiros. Quanto a espíritos embusteiros e mistificadores que estão por aí, encontram sintonia em mentes desavisadas e sedentas por facilidades de todas as ordens.
Os exus atuam diretamente em nosso lado-sombra e são os grandes agentes de assepsia das zonas umbralinas. Em seus trabalhos, cortam demandas, desfazem feitiçarias e magias negativas feitas por espíritos malignos, em conluio com encarnados que usam a mediunidade para fins nefastos. Auxiliam nas descargas, retirando os espíritos obsessores e encaminhando-os para entrepostos socorristas nas zonas de luz no Astral, a fim de que possam cumprir suas etapas evolutivas em lugares de menos sofrimento.
Do livro "UMBANDA PÉ NO CHÃO".